CIDR: Determinando a mascara mais aproximada as necessidades

A criação de super-redes deve obedecer aos critérios mais rigorosos no que tange a alocação de blocos. Escolher mal a mascara de supernetting pode levar a desperdícios desnecessários. Assim, por exemplo suponhamos que uma empresa X necessita de 1.000 hosts e necessita de determinar a mascara de supernetting necessária para tal. Alguém sugere uma mascara de supernetting /21. Daí pergunta-se: Serve?

Vejamos: Como é supernetting trabalhemos na classe C ou octecto 3 (255.255.255.0). Neste caso como 255 = 8 bits em binário então /24 – /21 = /3 e 2^3 = 8.

Teremos então 8 blocos de classe C. Mas como 2^8 = 256 e 256×8 =  2048 então /21 não serve porque teremos um desperdício de 2048 – 1000 endereços.

Tentemos um /22.

/24 – /22 = /2 e 2^2 = 4

Teremos então 4 blocos de class C. Como 2^8 = 256 e 256×4 = 1024 então /22 e bloco ‘mais apropriado’ para atender as necessidades da empresa X.

OBS: Mascara de supernetting = 255.255.192.0

Ainda sobre CIDR e super redes. Determinando os blocos necessarios a necessidade

Dificil é determinar a utilidade das super redes para os iniciantes. Mas, falar de CIDR e super redes é basicamente a mesma coisa

O conceito é bastante antigo até (mais de uma década) e nem por isso deixa de ser abordado aqui. Vejamos com um exemplo para determinarmos melhor a sua utilidade:

Uma empresa necessita de 8000 endereços IP para toda a sua infra mundial. Descartada que está a possibilidade de se usar endereçamento em classe B (por causa do disperdicio) ainda resta a possibilidade de se usarem diversos endereços de class C. A questão está em quantos? Este é o problema que estamos com ele (super redes).

Vamos encontrar um n (expoente de base 2) que seja maior que 8000 (o numero de endereços).

8000 < 2^13 (8192)

Ok encontramos o 13. Vamos usa-lo no octet0 de classe C o terceiro e subtrair por 8:

13-8 = 5

Este 5 como expoente de 2 dá 32 (2^5) o numero de subredes classe C /24 que vamos formar:

200.168.0.0/24
.
.
.
200.168.31.0/24

Como prova sabemos que com uma mascara /24 temos cerca de 2^8-2 endereços (hosts) ou seja 254, logo 254×32 = 8128 um numero muito proximo aos 8000 desejados.

Ainda uma pergunta levanta-se: Qual a mascara de supernetting? 255.255.11111000.00000000 ou /21 ou 255.255.248.0

fazendo o mascaramento entre:

200.168.31.4 &
255.255.248.0
_____________
200.168.24.0

Uma das subredes classe C enumeradas acima.

Dica simples: evite lookups de domain no IOS

Quem dos novatos nunca se chateou ao digitar erradamente um comando no IOS e o mesmo tentar ‘resolver’?

Por exemplo. (testado no dynamips com 7200) ao errar inserindo o comando ping (pinz):

Router>en
Router#pinz
Translating “pinz”…domain server (255.255.255.255)

Translating “pinz”…domain server (255.255.255.255)
(255.255.255.255)% Unknown command or computer name, or unable to find computer address

Como evitar isso? (O pacote de broadcast acima enviado pode demorar varios minutos e nunca será respondido): Informado ao IOS para evitar resolução de nomes.

Router#config t
Enter configuration commands, one per line.  End with CNTL/Z.

Router(config)#no ip domain-lookup

Router(config)#exit

Vamos agora verificar se foi resolvido:

Router#pinz
Translating “pinz”

Translating “pinz”
% Unknown command or computer name, or unable to find computer address
Router#

Parece que sim.

Exame CCNA 640-801 prorrogado

Isto é para quem tem medo de realizar o novo exame CCNA. A cisco anunciou que prorrogou a data de encerramento do exame 640-801 da versao 3.1 do curriculum CCNA. Até 31/12/2009 quem desejar, pode realizar o exame industrial 640-801 por meio dum código promocional.

Isso é uma boa noticia para quem estuda usando material do 640-801. Para quem já usa material do 640-802 como eu e que também já estudou 640-801 na academia fica meio complicado, embora nao existam muitas diferenças com excessão de que no 640-802 alguns tópicos básicos de CCNP sao incluidos.

fonte: http://blog.ccna.com.br/2009/05/21/exame-cisco-ccna-640-801na-encerra-31-12-09/

Gasolina e Telemóveis: explosão ou ficção?

A proibição do uso de telemóveis em bombas de gasolina, que teve início legal em Portugal em 2003, baseada numa famosa explosão numa estação de serviço da Malásia, pode estar alicerçada em pressupostos científicos errados ou, no mínimo, muito discutíveis. Quem o defende é Adam Burgess (na foto), professor da Universidade de Kent, em Inglaterra, que empreendeu exaustivas investigações acerca do que apelidou de “Mito dos Telemóveis Causarem Explosões em Estações de Serviço”.

De acordo com as conclusões de Burgess, é muito mais fácil “culpar” um telemóvel por uma explosão numa bomba de gasolina do que investigar as suas causas em profundidade. Para o investigador, a estática acumulada pelo aparelho e potencial causadora de incêndio muito dificilmente seria suficiente para causar a explosão, pelo menos não mais do que a energia potencial oriunda de uma camisola de lycra, por exemplo.

Burgess sustenta que a proibição do uso de telemóveis em bombas de gasolina só se mantém porque previne a distracção dos condutores ao abastecerem o veículo. O professor, autor do livro “Cellular Phones, Public Fears and a Culture of Precaution”, vai mais longe: “A quantidade de energia é baixa demais para causar qualquer tipo de efeito físico, particularmente no que respeita aos telemóveis mais modernos. Acresce o facto de que causar uma explosão não é fácil. Por mais intuitivo que possa parecer, não é sequer possível que um cigarro aceso cause a explosão de gasolina porque, simplesmente, não tem calor suficiente”.

Além disso, Burgess defende que a proibição do uso de telemóveis em estações de serviço tem consequências nefastas, nomeadamente o confronto entre clientes e empregados das referidas estações, o desvio das atenções para os perigos reais de incêndio – sobre-enchimento dos tanques ou colisões – e a estigmatização dos aparelhos.

fonte: telemoveis.com

Televisão Digital chega ao país em 2013

A televisão digital ou TV de alta definição, que oferece a vantagem de ter imagens e som com qualidade, superior ao das televisões tradicionais (NTSC, SECAM, e PAL), poderá ser lançada em Angola entre 2013 e 2015, informou hoje (quinta-feira) à Angop o director do Instituto Nacional de Comunicações (Inacom), Domingos Pedro António.

A TV digital, também conhecida na sigla inglesa como HDTV- high definition television, permite ao utilizador gravar o que estiver a apresentar no televisor, através de um descodificador denominado PVR (vídeo gravador pessoal).

O titular do Inacom disse que a introdução deste sistema no mercado angolano depende fundamentalmente de leis que o regulam, mas referiu que 2013 e 2015 são as datas mais prováveis por serem estabelecidas pela organização regional SADC, da qual Angola faz parte, e pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), respectivamente.

Nesta altura, segundo Domingos António, Angola está a preparar instrumentos jurídicos relacionado à matéria da TV digital, a colher experiências de países que já possuem e estudar as formas como vai ser implementada.

ZON TV Cabo entra em Angola

O plano de negócios da nova operadora, assente na distribuição de conteúdos via satélite, está traçado a três anos e, assim que for concedido o licenciamento, o novo grupo vai trabalhar para chegar aos lares angolanos até ao final deste ano.

Diz ainda o «SE» que, durante o compasso de espera, a nova empresa iniciou os processo de consulta ao mercado, nomeadamente a fornecedores de sistemas de informação.

fonte: iol