O AngoLinux ainda nao “morreu”

Nunca fui um cetico em relação a adoção do AngoLinux a distribuição Angolana patrocinada pelo CNTI e baseada no Mandriva. A dada altura quando ainda era estagiario do CI/UCAN chegamos mesmo a testa-lo e o Msc Joao Leao chegou mesmo a propor que se estudasse a sua adoção no parque de maquinas do Polo Palanca. Apenas tinha um senão: Falta de suporte a hardware de 64 bits. (nao sei se já suporta) Todas as maquinas da UCAN sao 64 bits e por isso adota-se por lá (mais como uma tradição que já encontrei) o Fedora.

O AngoLinux nao deixa de ser uma distro interessante justo por se basear no Mandriva, distro que confesso nunca ter explorado mas que pelo que se diz é bem estavel.

Na verdade o AngoLinux tem sido instalado em varias instituições do país (consultar link) com maior relevancia para o sector da educação que sofre com os pesados valores das licenças do pessoal da Microsoft, o que significa haver maior margem de manobra no uso desta distro que sim, necessita de ser mais divulgada do que tem sido, porque é uma distro interessante lá isso é.

Sim, o Ubuntu é Africano

Parece ser engraçado, mas o facto do Ubuntu ter sido criado por Mark Shuttleworth um milionario Sul-Africano deixa ainda muita espinha na garganta de alguns. De repente argumentos como o facto dele ser branco começaram a vir a tona, dizem os ceticos que a sua origem é europeia, ora mas que argumento mais defasado no tempo. Esqueceram-se pois estes ‘profetas do ceticismo’ dos inumeros ‘Americanos de nacionalidade’, vindos da Alemanha, Israel, Russia, Asia etc. Até Werner Von Braun o homem dos misseis de Hitler tornou-se Americano e diretor da NASA.

Com o Mark é diferente. Nasceu e cresceu lá, fez dinheiro com software lá, vendeu a sua empresa a Verisign e criou o Ubuntu que vou vos dizer quando comecei a usar Linux em 2001 ainda nao existia como sistema operativo, mas apareceu  e vincou provando a genialidade do seu criador.

Portanto, afirmações baratas só confirmam a falta de trabalho de quem mesmo as cria, o Ubuntu é Sul-Africano e ponto final.

Como instalar a impressora HP ColorLaserJet 2600n no Linux

Depois de passar um bom mau bocado ao tentar instalar a impressora ColorLaserJet 2600n da HP em rede no ambiente Windows XP mesmo com todos drivers do fabricante decidi então que tinha que faze-lo em Linux convencido de que esse ambiente é mais ‘obediente’ mais customizavel que o Windows.

E não é que é mesmo verdade?

Iniciei o CUPS (Commom Unix Printing System) servidor de impressao do Linux.

[alunoeng@localhost ~]$ su
Password:
[root@localhost alunoeng]# service start cups
start: unrecognized service
[root@localhost alunoeng]# service cups start
Starting cups:

Baixar o unico driver disponivel para essa impressora (a HP parece que ignorou o Linux):

[root@localhost alunoeng]# wget http://foo2zjs.rkkda.com/foo2zjs.tar.gz–2009-10-19 15:08:02–  http://foo2zjs.rkkda.com/foo2zjs.tar.gz
Connecting to 172.16.1.250:3128… connected.
Proxy request sent, awaiting response… 200 OK
Length: 1595306 (1.5M) [application/x-tar]
Saving to: `foo2zjs.tar.gz’

100%[======================================>] 1,595,306   11.0K/s   in 3m 21s

2009-10-19 15:11:26 (7.73 KB/s) – `foo2zjs.tar.gz’ saved [1595306/1595306]

Copiar a um dir de sua escolha. Pode também ser no seu dir actual, sem problema:

[root@localhost alunoeng]# cp foo2zjs.tar.gz /usr/local/src
[root@localhost alunoeng]# cd /usr/local/src
[root@localhost src]# tar zxf foo2zjs.tar.gz
[root@localhost src]# cd foo2zjs

Compilar os fontes:

[root@localhost foo2zjs]# make
#
# Dependencies…
#
# … OK!
#
cc -O2 -Wall   -c -o foo2zjs.o foo2zjs.c
cc -O2 -Wall   -c -o jbig.o jbig.c
cc -O2 -Wall   -c -o jbig_ar.o jbig_ar.c
cc -O2 -Wall -o foo2zjs foo2zjs.o jbig.o jbig_

[root@localhost foo2zjs]# make install
#
# Dependencies…
#
# … OK!
#
cd icc2ps; make all
make[1]: Entering directory `/usr/local/src/foo2zjs/icc2ps’
make[1]: Nothing to be done for `all’.

[root@localhost foo2zjs]# make cups
if [ -x /etc/init.d/cups ]; then \
/etc/init.d/cups restart; \
elif [ -x /etc/rc.d/rc.cups ]; then \
/etc/rc.d/rc.cups restart; \
elif [ -x /etc/init.d/cupsys ]; then \
/etc/init.d/cupsys restart; \
elif [ -x /etc/init.d/cupsd ]; then \
/etc/init.d/cupsd restart; \
elif [ -x /usr/local/etc/rc.d/cups.sh ]; then \
/usr/local/etc/rc.d/cups.sh restart; \
elif [ -x /usr/local/etc/rc.d/cups.sh.sample ]; then \
cp /usr/local/etc/rc.d/cups.sh.sample /usr/local/etc/rc.d/cups.sh; \
/usr/local/etc/rc.d/cups.sh restart; \
fi
Stopping cups:                                             [  OK  ]
Starting cups:                                               [  OK  ]

fonte: http://www.mig5.net/content/install-hp-color-laserjet-2600n-driver-linux

Maquinas virtuais com Qemu

Bom, definitivamente estamos na época da virtualização. Existem diversas ferramentas para diferentes sistemas, geralmente funcionam tanto em Linux como em Windows. O VMWare, o VirtualBox sao as opções mais conhecidas. No Windows costumo usar o VirtualBox, no Linux o Qemu. Escolhi o Qemu por ser uma opção que dá maior poder de manejamento a quem cria as maquinas virtuais. Ferramentas como VirtualBox e VMWare encapsulam muita coisa.

A instalação

O Qemu pode ser encontrado aqui. Baixei os pacotes de fonte por serem independentes da plataforma.

Descompacte e instale como em:

$ tar xzfv qemu-0.10.5.tar.gz
$ cd qemu-0.10.5

Lá dentro a shell de configuração:

$ ./configure
$su

Como root:

[root@localhost alunoeng]# make
[root@localhost alunoeng]# make install

Em seguida, baixar e instalar os fontes do modulo do kernel Qemu Accelerator (Kqemu):

[root@localhost alunoeng]# tar xzfv kqemu-1.4.0pre1.tar.gz
[root@localhost alunoeng]# cd kqemu-1.4.0pre1
[root@localhost alunoeng]# ./configure
[root@localhost alunoeng]# make
[root@localhost alunoeng]# make install

Adicionar o modulo KQemu ao Kernel e editar o file rc.local adicionando uma linha identica a abaixo para executar a cada inicio do sistema:

[root@localhost alunoeng]# modprobe kqemu
[root@localhost alunoeng]# vi /etc/rc.d/rc.local

Adicionar em rc.local a linha modprobe kqemu

Uma vez tudo isso, podemos criar a nossa primeira maquina virtual e seu disco:

Antes criar o dir /home/alunoeng/ubuntuimg/

[root@localhost alunoeng]#mkdir /home/alunoeng/ubuntuimg/

Criar o disco ubuntu.qcow com tamanho de 2000M

[root@localhost alunoeng]# qemu-img create -f qcow /home/alunoeng/ubuntuimg/ubuntu.qcow 2000M

Insira um disco .iso na drive de CD ou DVD ( a minha esta localizada em /dev/sr0)

Se necessitar saber o path onde está o seu disco e sabendo o nome de pelo menos um file do seu disco você pode fazer:

[root@localhost /]# cat /etc/mtab | grep -i eag
/dev/sr0 /media/Eagle40Server-2.0 iso9660 ro,nosuid,nodev,uhelper=devkit,uid=500,gid=500,iocharset=utf8,mode=0400,dmode=0500 0 0

Como vimos o path da minha drive de CD é /dev/sr0, logo criemos a maquina virtual e diagamos que ela dá o boot pelo cdrom com 12m mb de memoria RAM usando o arquivo ubuntu.qcow:

[root@localhost alunoeng]# qemu -cdrom /dev/sr0 -boot d -m 128 /home/alunoeng/ubuntuimg/ubuntu.qcow

Uma janela de instalação do sistema deverá aparecer.

qemu

Para dar boot:

[root@localhost alunoeng]#qemu -cdrom /dev/sr0 -boot c -m 128 ubuntu.qcow

Linux Satux: Usei e não recomendo

Já tinha ouvido falar do Satux algumas vezes, pensei até que nao era uma distro linux mas apenas um termo perjorativo.

Não é que um colega aparece lá no CI com um portatil duma tal marca CCE, imagina qual o sistema que estava lá. Isso mesmo: Satux. Até aí nao tinha problema, mas sistema a rodar encontrei um gnome totalmente “capinado” com um botão iniciar no canto inferior esquerdo.

Tentei abir o terminal, não encontrei. Depois duma busca encarecida lá aprececeu.

Não tem maka,  fomos a instalação do jdk bandeira, erros de dependencias, porquê? A shell segundo o satux, troquei a shell do usuario para /bin/sh (era /bin/bash) volto a rodar o script com sudo, pede password. Qual é a password? root, nada user nada, linux nada, imagina era satux, ok direitos liberados, mesma maka. Uma ida ao google procurar umas infos, nada parece que ninguem usa esta distro.

Ainda nao acabou a minha aventura com este satux. Pelo que deu para perceber ele é baseado no Debian Etch o que por si só é uma grande desvantagem. A tentativa de transforma-lo numa distro fácil fracassou porque em certos quesitos como rede chega mesmo a ser mais dificil que em outras, por exemplo a configuração do proxy de rede que apenas pode ser feita pela linha de comando, bem como as configurações de linha de comando que quando realizadas não aparecem no modo gráfico.

É claramente uma distro para usuarios relaxados e conformados, com o que está lá.

Instalando Flash 10 no Linux Fedora 10 de 64 bits

Muita coisa mudou com a vinda do Fedora 10. Uma delas é o suporte dado pela Adobe ao flash 10 (em estado de desenvolvimento alpha). Com isto alternativas usando wrappers que já foram aqui discutidos nao irao provavelmente funcionar.

Precisava criar um perfil para mais de 200 PCs e era necessario a instalação do flash para computadores com Fedora 64 bits.

O processo afinal era bastante mais simples que o anterior citado acima.

Bastou apenas desinstalar o flash que já lá estava:

cd /usr/lib64/mozilla/plugins/
rm -f libflashplayer.so

Download do flash player 10

wget http://download.macromedia.com/pub/labs/flashplayer10/libflashplayer-10.0.d20.7.linux-x86_64.so.tar.gz

Descompactar

tar -xvzf libflashplayer-10.0.d20.7.linux-x86_64.so.tar.gz

Reinicie o Firefox e já está

Link