Sonda Phoenix confirma água em amostra do solo de Marte

sonda phoenix

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Testes realizados pelo robô-laboratório depositado em Marte mostram traços congelados do elemento mais essencial à vida. Com a descoberta e as boas condições do robô, a NASA decidiu estender a missão por mais 5 semanas.

“Nós temos água”. Essa foi a frase emitida com orgulho por William Boynton, pesquisador da Universidade do Arizona e responsável pelo Analizador Térmico e de Gases Sublimados (Thermal and Evolved-Gas Analyzer), o TEGA, equipamento que aquece as amostras afim de analisar os gases resultantes. Segundo ele, evidências de presença do líquido existiam apenas baseadas em observações de satélite e projeções, mas é a primeira vez que “a água de Marte é saboreada”. As informações são do site oficial da NASA.

fonte: yahoo

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Descoberto um sistema planetario semelhante ao nosso?

A 5000 anos-luz de nós, há uma estrela com metade da massa do nosso Sol e com dois planetas parecidos com Júpiter e Saturno, embora não tão grandes, que giram à sua volta. A distância entre as suas órbitas é proporcional às que separam o Sol, Júpiter e Saturno. Uma espécie de sistema solar em ponto pequeno.

Scott Gaudi e Andrew Gould, da Universidade Estadual do Ohio, com colegas profissionais e amadores de 11 países – Nova Zelândia, Israel, Chile, Espanha, EUA, etc. – e uma rede global de telescópios, descobriram estes dois longínquos planetas extra-solares em torno da estrela OGLE-2006-BLG-109L graças ao efeito de “microlente gravitacional”. Mais precisamente, os planetas denunciaram a sua presença quando a referida estrela se intrometeu entre a Terra e uma estrela mais distante.

A luz da estrela distante foi então desviada, distorcida, pela gravidade da outra e dos seus companheiros – e amplificada como se tivesse atravessado uma autêntica lupa cósmica. Durante 15 dias, de finais de Março a inícios de Abril de 2006, o efeito observado foi “particularmente espectacular”, diz um comunicado da Universidade do Ohio: a luz da estrela longínqua foi amplificada 500 vezes.

Quando os investigadores – cujos resultados são hoje publicados na Science – analisaram os dados, descobriram duas distorções, dois “soluços”, que assinalavam a presença de dois planetas. Se a detecção de planetas extra-solares já se tornou comum (há mais de 250), já o facto de se encontrar vários no mesmo sistema é muito mais raro e tem sido feito “com outras técnicas, que não detectam os sistemas solares como o nosso”, diz Gaudi no mesmo documento.
Com esta técnica, “foi a primeira vez que tivemos uma amplificação suficiente para descobrirmos um segundo planeta – e descobrimo-lo. Pode ser pura sorte ou pode significar que sistemas destes são comuns na nossa galáxia”. Sistemas que poderão incluir planetas como a Terra, Vénus ou Marte.

Fonte: Publico