Mais um Angolano obtem CCIE

Depois de já termos anunciado aqui que havia um Angolano com titulo de CCIE desta vez mais um Angolano obteve (ontem, 29/04/09) tal grau. Trata-se do Jeriel que ganhou recentemente uma bolsa da Internetwork Experts estudando directamente com um dos maiores experts em networking da actualidade, Scott Morris.

Obs: O pessoal da UCAN deve lembrar-se dele porque andou no curso de Telecom.

O fácil… Nós é que o fizemos

Sabiam que tem um montão de gente que termina sua academia CCNA, descansa nisso, nao faz o exame industrial e  sai por aí dizendo que é CCNA. Encontrei um desses, estudante de Ciencias da Computação da universidade pública e CCNA (nao fez o exame industrial) pela academia do ITEL.

Bom, simplesmente atirei um endereço “privado” de classe B na config do IE e deixei o panico andar. O Boss chamou “porque nao tem Internet”.

Pings, ipconfig, tracerts e bla, bla, nada, ultimamente desligava e ligava o modem, olhava no cabo de rede, foi até ao decodificador, nada.

Problema: Se ele olhasse na barra de status veria claramente que o dado nao é encaminhado porque é um endereço privado de class B que não é roteavel.

São as coisas da vida. Não que isso fosse uma grande prova ou ele fosse mau tecnico apenas que dá razão a quem diz que um estagiozito ou uma explicação no quintal da mana Joana sempre serve para manter as ideias em dia e muita gente despreza esses factores, por isso meu amigo rejeite a “staticidade”.

Rapidshare quebra sigilo de usuários para gravadoras alemãs

O serviço Rapidshare teria oferecido a gravadoras alemãs os endereços IPs de alguns de seus usuários, noticiou o site Slashdot .

A suspeita apareceu depois que um usuário do serviço teve sua casa invadida pela polícia alemã, há algumas semanas. O acusado teria utilizado o Rapidshare para compartilhar o álbum Death Magnetic, do Metallica, que apareceu na internet um dia antes de seu lançamento oficial, acontecido em 2008.

Segundo o site TorrentFreak , a princípio não se sabia como a polícia havia chegado ao infrator. Porém, um site de notícias alemã descobriu que a investigação pode ter sido baseada no parágrafo 101 da lei alemã de direitos autorais, sob a qual os serviços online devem fornecer identificação de usuários infratores para a justiça.

A suspeita é a de que diversas gravadoras, então, estariam usando o parágrafo como forma de intimidar o Rapidshare e conseguir os IPs de usuários que compartilham música com direitos reservados.

O TorrentFreak explica que o parágrafo 101 facilita a obtenção de dados pessoais de usuários suspeitos, permitindo que responsáveis por direitos autorais consigam uma permissão para a exigência de um juiz civil. Caso isso realmente esteja acontecendo, usuários que distribuem arquivos por serviços alemães, inclusive servidores BitTorrent, podem estar em risco de serem revelados.

fonte: yahoo

Brasileiros são presos por utilizar ilegalmente satélite americano

Sites de notícias internacionais, como o Boing Boing estão falando a respeito do Brasil. Em 8 de Março, o satélite FLTSAT -8 da marinha americana irrompeu em transmissões ilegais. Brasileiros comemoravam o primeiro gol do jogador Ronaldo pelo Corinthians.

Para utilizar o satélite, caminhoneiros, madeireiros ilegais e outros utilizavam um transmissor de rádio que opera na frequência de 144 a 148MHz, um duplicador de frequência, bobinas e um diodo, permitindo que o rádio operasse à frequiencia de 292 a 317MHz, a mesma dos satélites FLTSATCOM .

Todos os itens necessários podia ser adquiridos por menos de R$ 1.100 em qualquer parada de caminhões. “Eu já vi mais de um desses em lojas de reparo de caminhões. Homens quase analfabetos montavam um em menos de um minuto, enrolando fio em uma bobina”, disse o radioamador Adinei Brochi, que publicou na internet um PDF extenso detalhando o assunto, disponível pelo atalho tinyurl.com/cmagmp .

A utilização do sinal desse satélite, chamado de “Bolinha” já vem sendo feita desde os anos 90, e permitia a comunicação a distâncias muito maiores do que as comumente utilizadas pelos rádioamadores. Criminosos como madeireiros ilegais e traficantes utilizavam o “gato” para trocar informações a respeito de fiscalizações e batidas policiais.

Uma dessas conversas foi interceptada em um vídeo, publicado no YouTube (link: tinyurl.com/dfshld . Na conversa, um homem alerta um amigo para que este tome cuidado, porque as coisas estão ficando “complicadas”, e que “vendavais” se aproximam. “Algumas vezes, os usuários se referem à aproximação das autoridades dizendo que ‘Papai Noel está chegando’”, disse Brochi, mostrando que muitas das conversas registradas são feitas por criminosos.

“Isso vem acontecendo há cinco anos”, declarou Celso Campos, da Polícia Federal, que já prendeu 20 pessoas acusadas da pirataria do sinal, que não é muito utilizado pelo exército americano, mas ainda assim é oficial e seu uso é ilegal. “É impossível não encontrar equipamentos como esse quando prendemos qualquer quadrilha de crime organizado”, disse outro policial.

A operação policial, que está sendo chamada de “Operação Satélite”, é a primeira no país a lidar com esse problema. A Polícia Federal seguiu coordenadas cedidas pelo Departamento de Defesa americano com consultoria da Anatel, agência brasileira que regula as redes de telecomunicações. Como resultado, foram presos professores universitários, eletricistas, caminhoneiros e farmacêuticos, que podem pegar até quatro anos de prisão.

Além do componente criminoso, o uso dos satélites por pessoas não autorizadas pode prejudicar seus usuários oficiais. “Se um soldado é ferido em uma emboscada, a primeira coisa na qual ele vai pensar será em mandar uma mensagem de socorrro, requisitando isso pelo rádio. E se ele estiver tentando pedir ajuda e dois caminhoneiros estão discutindo sobre futebol? Em uma emergência, aquele soldado não conseguirá lembrar rapidamente como mudar a programação do rádio para procurar uma frequência que não esteja ocupada”, lembrou Brochi.

Os casos de pirataria, entretanto, não se resumem apenas ao Brasil. No ano passado, americanos seguiram um sinal que ia até Nova Jersey, destinados a um imigrante brasileiro que residia no local. Joaquim Barbosa, que utilizava um transceiver programado para um FLTSAT , foi multado em US$ 20.000, o equivalente a quase R$ 45.000.

De acordo com o blog de segurança política do site Wired , quatro satélites FLTSATCOM foram colocados em órbita nos anos 70, uma época de grandes avanços nas comunicações militares. Seus 23 canais eram utilizados pelo exército americano e até pela Casa Branca, para conversas e arquivos criptografados em equipamentos portáteis de fácil utilização em campo de guerra. Hoje, existem apenas dois desses satélites em órbita, e sua tecnologia foi substituída por oito satélites UFO (Ultra High Frequency Follow-On).

Fonte: yahoo

Canal oficial da Cisco para estudos

Muita gente nao sabe, mas a Cisco possu um canal de aprendizagem criado para estudantes que pretendem realizar exames industriais de CCNA, CCNP, CCDP, CCIE etc.

Aqui

A queda livre continua: Yahoo vai encerrar Geocities

A Yahoo é daquelas empresas que nao se entende. Dominou a Web como ninguem e quando chegou a Web 2.0 ficou pelo caminho sem saber como se adaptar, ao contrario da Microsoft que também apanhada de calças na mão pelos ‘jovens turcos’ Google, facebook e myspace lá tem conseguido manter a sua parcela.

Com a Yahoo é diferente. Não consegue manter nem criar uma rede social decente, o seu serviço de blogs, o 360 era muito atrasado ( o editor wysiwyg era sofrivel), bastante conservador até, o seu serviço de videos o jumpcut apareceu quando um senhor chamado Youtube já estava bem consolidado e dominador.

Hoje ela anuncia que vai encerrar o Geocities, é uma pena. Criei meu primeiro site em 2001 neste serviço, era uma maravilha de serviço, mas com o tempo deixou de ter utilidade, ficou parado sem investimentos, podia muito bem se transformar em rede social, nao foi, hoje é um monstro adormecido que traz prejuizos financeiros, por isso seu espaço de armazenamento e capacidade de processamento vai para outras actividades e tudo por culpa de uma empresa que continua a somar derrotas, por confiar demais no seu portfolio de serviços e não em recursos humanos.

Oracle comprará Sun Microsystems em operação de US$7 bilhões

A Oracle anunciou nesta segunda-feira que comprará a Sun Microsystems por 9,50 dólares por ação, numa operação que avalia a fabricante de servidores de alta potência em mais de 7 bilhões de dólares.O anúncio surpreendente feito pelas empresas acontece depois que as negociações entre IBM e a Sun fracassaram mais cedo neste mês. Fontes próximas do assunto afirmaram que a Sun recusou oferta de 9,40 dólares por ação feita pela IBM.

As ações da Sun saltavam mais de 37 por cento no pregão eletrônico, enquando os papéis da produtora de software corporativo recuavam 4,5 por cento.

O preço de 9,50 dólares por ação avalia a Sun em cerca de 7,1 bilhões de dólares, segundo as 745 milhões de ações da empresa em circulação.

As empresas informaram em comunicado que a operação é avaliada em cerca de 7,4 bilhões de dólares, ou 5,6 bilhões de dólares sem incluir caixa e dívidas da Sun.

fonte: yahoo

O processo ARP em analise

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ARP significa Address Resolution Protocol ou protocolo de resolução de endereços. Ele permite que os dados sejam entregues rapidamente a um determinado host num segmento. Pense no protocolo ARP como um protocolo de reconhecimento, porque geralmente sabe-se dos endereços IP de um host mas nao o endereço MAC, e ainda com o agravante de os dois endereços nao pertencerem as mesmas camadas do modelo OSI.

O MAC Address pertence a camada de enlance de Dados (Data Link Layer)  que também contem o LLC (Logical Link Control). O endereço IP pertence a camada de rede (Network).

Imaginemos então o seguinte cenario. O PC1 com endereço de interface 192.168.1.1 pretende enviar um dado ao PC2 com o endereço 192.168.1.2. Entre dos dois hosts existe um switch (O switch opera na camada 2 do modelo OSI). O PC1 encaminha então a ARP frame ao PC2 que chegado ao switch consulta a sua tabela de endereços MAC (MAC Address table) e verifica que nao existe uma correspondência entre o endereço de destino 192.168.1.2 e qualquer MAC Address na tabela. De facto a tabela MAC está composta assim:

Antes do pacote do PC1 ter chegado ao switch:

IP Address     MAC Address     Interface

Depois do pacote do PC1 ter chegado (o switch recebe a ARP frame e anota o seus dados na tabela):

IP Address     MAC Address               Interface

192.168.1.1   aa-bb-cc-dd-ee-00          fa1

Como não existe nenhuma entrada na tabela que possua um endereço IP 192.168.1.2 então o switch envia um frame de broadcast ARP a todas interfaces fisicamente conectadas a ela. A Interface que possuir o endereço 192.168.1.2 responderá positivamente de volta ao PC1 com endereço 192.168.1.1 com uma frame que será encaminhada de volta ao switch. O switch como aconteceu no primeiro caso anotará os dados do host que respondeu, o PC2. Eis a nova configuração da tabela MAC:

IP Address     MAC Address               Interface

192.168.1.1   aa-bb-cc-dd-ee-00          fa1
192.168.1.2   aa-bb-cc-dd-ee-01          fa2

Quando a frame é enviada de volta ao PC1 a switch encontra uma correspondência entre o endereço 192.168.1.1 e o MAC Address aa-bb-cc-dd-ee-00 bem como a porta fa1 que está conectada ao PC1 e neste caso o encaminhamento é directo. Recebida a resposta o PC1 então popula a sua ARP cache com os dados da frame recebida de PC2 e encaminha os dados directamente ao PC2 já que a tabela MAC do switch contem uma correspondência.

Administradores do site The Pirate Bay são condenados por pirataria

Após longa tramitação na justiça, o caso do site Pirate Bay foi finalmente concluído. Os quatro indiciados respondiam por desrespeito aos direitos autorais e por facilitar pirataria ao disponibilizar livremente na internet arquivos Torrent, que apesar de não serem em si piratas apontam para conteúdos protegidos por lei. A sentença prevê prisão e multa de R$ 7,8 milhões.

Pela sentença, facilitar o download de arquivos ilegais, mesmo que esses não estejam hospedados no site The Pirate Bay, é uma violação clara da lei sobre propriedade intelectual.

Os quatro acusados Peter Sunde, Gottfrid Svartholm Warg, Fredrik Neij e Carl Lundstrom respondiam a processo judicial por promover o acesso a conteúdos como músicas e filmes através do site, sem observar as leis de distribuição, implicando em crime de quebra de direitos autorais.

Segundo o EWeek , empresas como Warner Bros., MGM , Columbia Pictures, 20th Century Fox Films, Sony BMG , Universal e EMI solicitaram indenizações de até 100 milhões de Coroas Suecas, o equivalente a US$ 12 milhões, para cobrir os danos com a perda de receita. Além da prisão, a corte sentenciou os culpados a pagar uma multa bem menor, de 30 milhões de Coroas Suecas (cerca de US$ 3,58 milhões, ou R$ 7,8 milhões).

Ao final do julgamento, Kolmisoppi disse que preferiria queimar tudo que possui e não dar às autoridades nem as cinzas do que foi queimado a pagar a indenização. Os quatro, obviamente, vão recorrer da decisão.

O caso pode abrir precedentes jurídicos para que empresas recuperem milhões de dólares perdidos em arrecadação devido a distribuição criminosa de conteúdos através de programas de compartilhamento, embora os analistas creiam que seja difícil parar a ação deste tipo de crime.

Com atividades iniciadas em 2004, o site The Pirate Bay é o site mais conhecido de toda a internet para compartilhamento de arquivos, piratas ou não, o que inclui software, jogos, filmes e música. O site foi processado em 2005 e, desde então, já mudou de sede algumas vezes e teve seus servidores confiscados pela polícia.

fonte: yahoo

Magalhães PC em Angola, ou a velha estoria dos UMM?

Uma coisa nao entendo. Porque razão é que sempre que alguma coisa a ver com tecnologia em Portugal sai da toca, imediatamente torna-se Angola um destino, e não países mais avançados?

Curiosamente hoje fala-se do Intel ClassMate (foto a esquerda), NetBook da Gigante do Hardware, Intel que estranhamente tem um nome diferente em Portugal, sabem qual? Pois, Magalhães (foto a direita)!

Foi uma jogada de mestre da Intel que ao licenciar a produção do seu NetBook a JP Sá Couto/Prológica de Portugal que apenas faz a montagem do hardware e a tradução do software  para lingua Portuguesa (até mal feita por sinal) possibilitou que o mesmo fosse vendido a países antes impensaveis como já noticiamos aqui. É claro que na Europa ninguem iria comprar um produto a Portugal quando poderiam discutir a preços mais acessiveis directamente com a Intel como fez a Nigeria, por exemplo.

Duma coisa tenho a certeza: Mesmo em Portugal, ninguem acredita nesta ‘estoria’ do Magalhães, e é claro Angola está longe de ser Portugal, porque senão nao teriamos sido dos poucos países onde os famigerados UMM Alter, conseguiram vender-se.