Configuração de Virtual Route and Forwarding (VRF) Lite em roteadores Cisco

A tecnologia de virtualização Cisco VRF é um recurso avançado de segmentação geralmente aplicado em ambientes de provedoria de serviços associado ao MPLS. Sei que é um contra senso falar de segmentação, e ao mesmo tempo da camada 3, mas é a forma mais simples de explicar a utilidade do VRF.

Trata-se da aplicação de algo parecido ao comportamento de VLAN’s, mas ao nível da camada 3 (três). Até agora temos visto técnicas de segmentação ao nível da camada 2 (dois) e até da camada 1 (um). Com a aplicação do VRF cria-se tabelas de encaminhamento (roteamento) para cada instancia (processo) VRF. No fundo isso significa criar encaminhadores (roteadores) virtuais em cima de encaminhadores físicos.

Com essa possibilidade o trafego é separado a nível da camada 3, facilitando o processo de troubleshotting, melhoria da segurança de dados e facilitação da aplicação de politicas de gestão de débito binário.

Apesar de ser um recurso disponível com recursos totais em poderosos roteadores, em alguns roteadores como o Cisco 891 é possível encontrar uma versão Lite da tecnologia VRF.

O Harris Andrea escreveu um artigo prático bastante elucidativo da aplicação básica desta tecnologia:

http://www.networkstraining.com/cisco-vrf-lite-configuration/

Cisco Reference:

http://www.cisco.com/c/en/us/td/docs/switches/lan/catalyst4500/12-2/15-02SG/configuration/guide/config/vrf.html

Brian McGaham e como ele passou o CCIE Data Center

B. MacGaham é instrutor no renomado, as vezes contestado INE. Neste post, ele pretende dar umas dicas de como conseguiu ser bem sucedido em obter a certificação CCIE Data Center, apenas 1 (um) ano e poucos meses depois de ter obtido a certificação CCDE.

CCIE Blog

Ele admite que o mercado começa a requerer mais treinamento na appliance Cisco Nexus por um lado, e por outro lado, que a melhor maneira de se preparar para o exame é por ler, entender e praticar com a documentação fornecida pela Cisco sobre o Nexus. Recomenda também alguns livros, dá umas dicas, etc. Mesmo que você não esteja nesta track, a experiencia pode ser proveitosa para algum fim.

Angolano Anivaldo Malungo obtém grau CCIE

Fomos hoje informados que o Eng André Anivaldo Malungo acaba de ser aprovado no dificílimo e conceituado exame Cisco CCIE R&S (Cisco Certified Internet Expert Routing and Switching) nos EUA.

André Anivaldo e o renomado instrutor Narbik Kocharians

André Anivaldo e o renomado instrutor Narbik Kocharians

Desta forma, este meu antigo colega de carteira, junta-se a um leque restrito de experts mundiais em computer networking que ostenta este grau, considerado o mais reputado, a nível mundial. Em Angola já são 3 (três). 2 (dois) Angolanos e 1 (um) Brasileiro.

O seu exame é de tal forma complexo, que são necessários 3 (três) exames teóricos e um exame prático (Laboratório) de 8 (oito) horas que apenas pode ser realizado em poucas cidades (San José, Dubai, Bangalore, Bruxelas, Hong Kong, Tokyo, Sidney etc) ou em alguns laboratórios moveis que circulam pelo mundo. A taxa de aprovação deste exame a nível mundial, na primeira tentativa é de apenas 5 a 10%. Apenas 1% dos profissionais de redes de computadores a nível mundial possuem tal certificação.

Isto significa que os nossos irmãos Angolanos se tem saído bem, até agora (são mesmo ‘rijos’ lol).

Nós SNNAngola apenas temos a dizer que é mais um quadro que está aí para o mercado, com esforço e dedicação próprio conseguiu lá chegar.

E você? Conhece mais algum CCIE Angolano? Não exite em contactar-nos (snnangola at yahoo.com.br)

 

Mais um Angolano obtem CCIE

Depois de já termos anunciado aqui que havia um Angolano com titulo de CCIE desta vez mais um Angolano obteve (ontem, 29/04/09) tal grau. Trata-se do Jeriel que ganhou recentemente uma bolsa da Internetwork Experts estudando directamente com um dos maiores experts em networking da actualidade, Scott Morris.

Obs: O pessoal da UCAN deve lembrar-se dele porque andou no curso de Telecom.

As estatisticas confirmam. Angola tem 1 CCIE

Vamos aqui convergir numa coisa. CCIE nao é para qualquer um. Não adianta nem dizer porquê, porque eu também nao conseguirei explicar. É dificil e exige segundo aqueles que já fizeram perder dias de sono, não noites de sono, e é preciso ter mesmo muita cabeça.

Quem será este ilustre Angolano? O SNNAngola gostaria de dar-lhe os parabéns e reconhecer a sua grande capacidade tecnica. Para vocês terem uma ideia do seu valor, a Namibia que é um país de quem se diz avançado no ramo das Telecoms, nao possui até esta data um CCIE, o Congo Democratico Idem. Na África Austral apenas a Africa do Sul que é aliás o grande papão Africano como era de se esperar o Botswana e o Lesotho possuem CCIEs.

Durante uma breve conversa com alguns funcionarios seniores de um certo e conhecido provedor Angolano, um deles afirmou mesmo que o salario dum CCIE Angolano não ficaria por menos de 15.000 U$D, então aí você já consegue ver que este curso não é pera doce. Se CCNA e CCNP são o que são imagine CCIE, não é brincadeira. Para você ter uma ideia um CCIE muito conhecido Scott Morris tem um laboratorio avaliado em mais de 2 milhoes de dolares.

A tabela de CCIE´s em África segue a abaixo. A lista completa pode ser consultada aqui

Africa 223
Algeria 6
Angola 1
Botswana 1
Cameroon 2
Chad 2
Cote d’ivoire 3
Egypt 66
Ethiopia 1
Ghana 1
Kenya 3
Lesotho 1
Libyan Arab Jamahiriya 2
Mauritius 1
Morocco 5
Nigeria 19
Senegal 3
South Africa 103
Tunisia 3