Cisco enfrenta desafios para expandir consumidores

A Cisco Systems vai tentar ingressar no mercado de entretenimento ao consumidor final neste ano, onde irá enfrentar grandes marcas como Apple, na medida em que lida com um recuo nas vendas de roteadores e outros equipamentos de conectividade.

Analistas, entretanto, afirmam que a forte concorrência do mercado de consumidor final será um difícil desafio para a Cisco, empresa de tecnologia mais acostumada a vender equipamentos de rede para operadoras de telefonia e grandes corporações.

Com crescimento mais lento na venda de roteadores e switches, seus principais produtos, a companhia está determinada a buscar novas áreas de crescimento, mesmo que isso signifique lutar com nomes mais conhecidos do segmento doméstico, como Apple e Microsoft.

Para se tornar um competidor significativo no mercado voltado ao consumidor final, a Cisco terá de aprender mais sobre os comportamentos de cada usuário, lidar com constantes mudanças de preferências e menores margens, além de criar uma imagem para sua marca e construir uma nova estratégia de vendas, dizem os analistas.

A Cisco tem expandido sua presença para o mercado de eletrônicos de consumo nos últimos anos com aquisições como a da Linksys, que faz roteadores sem fio para residências e pequenas empresas, e da Scientific Atlanta, que produz decodificadores para TV a cabo.

Ainda que as aquisições tenham elevado sua receita, elas tiveram, no entanto, limitado sucesso em tornar a Cisco uma marca conhecida entre os consumidores.

Os decodificadores da Scientif Atlanta, por exemplo, são vendidos principalmente através de operadoras de TV a cabo, com pouca influência do consumidor em sua compra.

fonte: yahoo

Diretor-executivo, Jerry Yang, renuncia e Yahoo! fica à deriva

O diretor-executivo do Yahoo!, Jerry Yang, concordou em renunciar a seu cargo, deixando a ameaçada gigante da Internet sem um líder claro e aumentando a possibilidade de que algum comprador tente adquirir a companhia. O Yahoo!, que no início deste ano foi alvo de uma oferta considerada hostil de US$ 47,5 bilhões feita pela Microsoft, declarou ontem que tinha contratado uma agência para buscar um sucessor para Yang. Ele foi co-fundador da empresa, há 13 anos, quando ainda era estudante da Stanford University.

O Yahoo! afirmou que consideraria candidatos ao cargo interna e externamente. A atual presidente Sue Decker é uma das avaliadas, segundo fontes ligadas ao caso. Não ficou claro por que a empresa não a apontou imediatamente para o cargo ou porque a demissão de Yang foi anunciada sem que um nome para a sucessão tivesse sido escolhido.

O novo CEO vai encarar uma série de difíceis desafios, incluindo o de tentar reverter a brusca queda do Yahoo! no negócio da publicidade online. O executivo poderá se ver ainda na incômoda situação de tentar firmar um acordo com potenciais compradores, estando na clara condição de mais fraco. A reação à notícia da saída de Yang foi rápida. As ações do Yahoo!, que tinham caído 1,8%, a US$ 10,63 durante o pregão regular, saltaram para US$ 11,10 no pregão after hours.

Fonte: yahoo

Google desiste de acordo com Yahoo após pressão da Justiça

O Google cancelou planos de uma parceria de busca patrocinada com o Yahoo diante da oposição de órgãos reguladores e anunciantes, segundo o diretor de assuntos legais do Google em um post no blog da companhia nesta quarta-feira.

O Yahoo expressou consternação com a decisão do Google, dizendo estar “desapontada que o Google tenha decidido sair do acordo em vez de defendê-lo na Justiça”.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em um comunicado divulgado nesta quarta-feira, disse ter avisado o Google que planejava entrar com um processo para barrar o acordo com base em regras antitruste.

“Caso as companhias tivessem implementado o acordo, a competição com o Yahoo sofreria impacto imediatamente no que se refere às páginas de busca”, disse o Departamento de Justiça.

O Google e o Yahoo, respectivamente número 1 e número 2 no mercado de buscas na Internet, anunciaram a planejada parceria em junho, mas adiaram a sua implantação para permitir que o Departamento de Justiça pudesse analisar os aspectos concorrenciais.

O Google informou que desistiu do acordo para evitar uma batalha jurídica.

fonte: yahoo

Web 2.0, muito a ver com Israel

Há um facto interessante nos negocios de T.I nos EUA. Muito do que se faz por láas vezes nao se percebe pelo resto do mercado, e nao chegando a Europa as vezes fica dificil receber informação, ficando a ideia as vezes vaga da origem de boa parte dos inumeros projectos de web 2.0 que existem por lá.

Acontece que com a mania da Web 2.0 notei pelo Techcrunch a mais apurada base de dados de empresas web 2.0 dos EUA, que muitas das startups que lançavam produtos nos EUA eram na verdade Israelitas. Uma procura (aqui, aqui e aqui) revela bem como muitas delas sao startups de sucesso, ou outras que foram vendidas por mais de 350 milhoes de USD, que sendo criação de graduados do projecto Talpiot ou nao a verdade é que o volume de negocios da web 2.0 entre EUA e Israel parece ser mais activo do que com qualquer outro país fora da Europa.

A HP nao aprende mais: Querem travar a Microsoft

A HP é uma multinacional gigantesca com dezenas de produtos além de estar em bom ‘momento de forma’ no segmento de notebooks.
No entanto um segmento ainda os faz confusão na garganta:

O segmento de software.

Nunca manifestaram indesejo de manter uma linha proprietaria de sistemas operativos robustos sendo que ainda hoje encontram-se os nao muito famosos HP-UX por aí em algumas instalações de rede, mas o mesmo rapidamente foi colocado de parte quando a Microsoft apostou forte no segmento de servidores e estações de trabalho, nao somente por isso mas também pela grande competitividade do Linux.

Hoje com rumores quase já confirmados do insucesso (pelo menos em termos de popularidade) do Windows Vista e enquanto o lobo nao vem, melhor, enquanto o Windows 7 nao vem eis que vem a HP com olhos de catarata argumentar a possibilidade de abocanhar uma fatia desse mercado com a criação dum novo sistema operativo baseado em Linux.

Que visão, aonde foi que ja ouvi esta historia? Parece que o final nao foi lá muito feliz.

Apple vale mais que o Google pela primeira vez

O valor de mercado da Apple, fabricante do iPhone e do iPod, ultrapassou na quarta-feira o valor do Google. Foi a primeira vez que isso aconteceu desde que o gigante das buscas abriu seu capital em agosto de 2004. No encerramento da bolsa eletrônica Nasdaq de quarta, a Apple era avaliada em US$ 158,8 bilhões e o Google em US$ 157,2 bilhões.

Ontem, no entanto, o Google se recuperou e voltou a passar a Apple, subindo 1,09%, com valor de mercado de US$ 158,9 bilhões. A Apple se mantive estável, valendo US$ 158,8 bilhões. No setor de tecnologia, as empresas ainda são menores que a Microsoft e a IBM. Ontem, a Microsoft valia US$ 254,8 bilhões e a IBM US$ 171,9 bilhões.


Fonte: Yahoo