Europe, EMEA NetRiders winners Video

Como sabem a Cisco todo ano realiza uma competicao mundial de Networking a Cisco NetRiders onde alunos de todo mundo participam em desafios de Networking com uso de perguntas teoricas, simuladores etc. Os vencedores por regiao sao depois reunidos e participam juntos em varias actividades que inclui visitas a sede da Cisco e a universidades ou afins nos EUA.

Os vencedores de 2009 realizaram um video onde mostram como foi a visita. Muito bom

Biografia: Mwende Window Snyder

Poucas mulheres sao conhecidas no submundo da segurança de informação (talvez eu é que nao conheça). No entanto a jovem Window Snyder é uma excecção. Filha de mãe Queniana e pai Norte-Americano já trabalhou na Microsoft como Senior Security Strategist nos produtos Service Pack 2 e Windows Server 2003,  na @Stake como Director of Security Architecture, na Matasano Security como co-fundadora. Recentemente esteve na Mozilla Foundation como Chief Security Something-or-Other. Retirou-se no fim de 2008 e foi agora anunciada como Senior Product Manager, Security and Privacy na Apple.

Meio milhão de Angolanos usam Internet

A Internet já não é uma novidade entre muitos do nosso meio. Em 2002 lembro de ter ido consultar as estatisticas e davam como 60.000 o numero de usuarios em Angola. Hoje voltei a consultar estas estatisticas e somos 550.000.

Muito bom este crescimento. Prova por um lado que os preços de acesso baixaram muito com a introdução da Internet ADSL, Net por cabo e Wireless (gprs, cdma incluso). Os preços estão claramente mais abaixo que antes, mas a expectativa é que baixe ainda mais e aí sim teremos um ‘boom’ real no numero de usuarios de Internet.

Ressalte-se que para isso, a Angola Telecom tem já em estado praticamente de termino a extensão do sinal de fibra pelo litoral Angolano, faltando apenas a sua extensão no interior do país para completar o anel. Serviços como Infrasat também permitirão esta expansão.

Com a introdução do Angosat aí sim os operadores terão motivos de sobra para expandir o serviço de Internet por todo o país e pelas regiões vizinhas (Congo e Namibia).

Sim, o Ubuntu é Africano

Parece ser engraçado, mas o facto do Ubuntu ter sido criado por Mark Shuttleworth um milionario Sul-Africano deixa ainda muita espinha na garganta de alguns. De repente argumentos como o facto dele ser branco começaram a vir a tona, dizem os ceticos que a sua origem é europeia, ora mas que argumento mais defasado no tempo. Esqueceram-se pois estes ‘profetas do ceticismo’ dos inumeros ‘Americanos de nacionalidade’, vindos da Alemanha, Israel, Russia, Asia etc. Até Werner Von Braun o homem dos misseis de Hitler tornou-se Americano e diretor da NASA.

Com o Mark é diferente. Nasceu e cresceu lá, fez dinheiro com software lá, vendeu a sua empresa a Verisign e criou o Ubuntu que vou vos dizer quando comecei a usar Linux em 2001 ainda nao existia como sistema operativo, mas apareceu  e vincou provando a genialidade do seu criador.

Portanto, afirmações baratas só confirmam a falta de trabalho de quem mesmo as cria, o Ubuntu é Sul-Africano e ponto final.

Cloud Computing. Uma solução para Angola?

Ninguem tem duvida que foram realizados esforços titanicos no que concerne as infraestruturas de telecomunicações em Angola. Desde 2002 que tenho tido conhecimento pela comunicação social de diversos projectos de expansão da rede, seja por meio do sistema de telefonia basico e ADSL, seja por meio da criação de centros de Internet (como o localizado na av lenin) seja por meio do provimento de receptores VSat em localidades distantes de Luanda.

A rede de fibra otica tem estado a ser expandida para fora de Luanda, o que permitirá um melhor aproveitamento do SAT-3/WASC, para todo país, o projecto Infrasat permitirá acesso a Internet em areas de dificil acesso e permitirá a criação de redes convergentes (embora sem a garantia total de QoS) em zonas onde eram antes impensaveis.

Diz-se por aí que a unica “maka” com o SAT-3 é justamente o seu elevado preço que para muitos operadores e provedores é decididamente dispendioso, preferindo alguns dele elaborar planos de criação de infraestruturas proprias o que nao deixa de ser oneroso. É neste caso que insatisfeita com o SAT-3 a Africa do Sul anunciou o ano passado que vai criar o seu proprio sistema de transmissão de dados Intercontinental.

Em Angola para já nao podemos ainda sequer pensar no Cloud Computing basicamente por depender de WANs para funcionar. As razões são as já conhecidas: Problemas de infraestrutura de comunicações em Angola e carencia de quadros habilitados. Está mais do que claro que existindo dificuldades com a transmissão de dados, mesmo em muitas redes metropolitanas (MANs) então não vale a pena pensarmos que resultaria certo o modelo de Cloud Computing. Imaginemos uma empresa que tem o seu serviço de ERP/CRM via HTTP (Cloud Computing/Protocolo HTTP) e que venha a debater-se com problemas de acesso a Internet (baixa largura de banda, quedas de tráfego, etc) então logo nao resultaria, se termos em conta que é isso que sucede na maior parte das nossas empresas e instituições.

As vantagens da Cloud Computing sao claras: Uma infraestrutura de dados riquissima e madura, mas acessivel apenas por meio de Internet. Nao havendo tal, é um processo falho.

Referencias:

The Case for “Open Access” Communications Infrastructure in Africa: The SAT-3/WASC cable. Angola case study – (Russell Southwood).
Cloud computing: entenda este novo modelo de computacao.

A descoberta de um Einstein Africano

Segue a frente o post publicado no blog dererumnatura sobre um projecto que envolve a descoberta de cérebros Africanos:

O físico-matemático britânico Neil Turok (na imagem), da Universidade de Cambridge, tem vindo a promover o “African Institute for Mathematical Sciences”, criado na Cidade do Cabo, na África do Sul, para encontrar e desenvolver grandes talentos científicos no continente africano. O artigo de Chris Milton intitulado “O Próximo Einstein”, que acaba de sair na “IM Magazine”, fala dessa procura de “um Einstein africano”. Pode ser lido aqui.

Fonte: DeRerumNetura

Google investe em banda larga para países necessitados

Levar a Internet de alta velocidade e a baixo custo a milhões de pessoas em África e em outros mercados emergentes em 2010 é o objectivo do plano “Outros 3000 milhões”, criado pelo maior banco da Europa, o HSBC, a empresa Google e o operador por cabo Liberty Global.

O grupo O3b Networks, resultado da parceria daquelas três entidades, vai criar uma rede de satélites para que os operadores de telecomunicações e os provedores de serviços de Internet possam depois fornecer conexões em banda larga às pessoas e empresas que ainda não podem desfrutar da rede. A opção pelos satélites, que substituem outras tecnologias de armazenamento de rede, torna o serviço economicamente rentável e fácil de implementar.

O ministro das Finanças da África do Sul, Trevor Manuel, já felicitou o projecto em declarações feitas durante uma conferência de imprensa em Berlim, na Alemanha. “A falha de informação é muito real e clara, tudo o que podermos fazer a contrariar deve ser encorajado”, acentuou depois de participar numa iniciativa das Nações Unidas sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Trevor Manuel lembrou que “a informação é poder, um suporte da democracia e da tomada de decisões.”

A O3b Networks assegurou entretanto, através de um comunicado oficial, que os satélites necessários ao projecto iriam ser construídos pela empresa Thales Alenia Sapc e que deveriam estar operacionais até ao final de 2010. O fundador da companhia, Greg Wyler, explicou à Reuters que a cobertura da rede abarcaria um território desde Espanha até à África do Sul, incluindo grande parte da América do Sul, Ásia e ilhas do Pacífico sul.

O projecto está orçamentado em 460 milhões de euros até ao lançamento.

Fonte: Publico