CDMA. Cobertura em Angola

Worldwide Database
Country/Territory Operator Technology Type of System Status Infrastructure Vendor(s) CDMA Coverage
Angola Angola Telecom 1xEV-DO Rev. A WLL,
450 MHz
Launch TBA Coverage Pending
Angola Angola Telecom 1X WLL,
450 MHz
Commercial ZTE Bengo, Huila, Luanda
Angola Movicel Telecomunicações Lda. IS-95A Cellular,
800 MHz
Commercial Motorola Luanda
Angola Movicel Telecomunicações Lda. 1xEV-DO Rev. A Cellular,
800 MHz
Launch TBA Luanda
Angola Movicel Telecomunicações Lda. 1xEV-DO Rel. 0 Cellular,
800 MHz
Commercial Motorola,
Nortel,
Star Solutions
Bengo, Benguela, Cabinda, Kwanza Norte, Kwanza Sul, Luanda
Angola Movicel Telecomunicações Lda. 1X Cellular,
800 MHz
Commercial Motorola,
Nortel
Bengo, Benguela, Cabinda, Huambo, Huila, Kwanza Norte, Luanda, Namibe, Zaire
Angola Mundo Startel 1xEV-DO Rel. 0 WLL,
1900 MHz
Launch TBA ZTE Benguela, Luanda
Angola Mundo Startel 1X WLL,
1900 MHz
Launch TBA ZTE Benguela, Luanda

Para aqueles que se sentem tentados a dizer que o CDMA está morto em Angola.

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Cabo submarino de fibra óptica interliga províncias do país

Luanda – O sistema de cabo submarino de fibra óptica, denominado “Adones”, encontra-se já interligado à rede nacional terrestre de telecomunicações, faltando apenas a sua exploração comercial, informou hoje, em Luanda, o presidente do conselho de administração da Angola Telecom, João Avelino.
O gestor, que falava durante a cerimónia de apresentação pública do projecto, que vem sendo implementado desde 2007, disse existir alguns constrangimentos na exploração do equipamento uma vez que o cabo tem sido alvo de destruição por parte das ancoras dos navios que operam ao longo da costa marítima.
Por esta razão, o presidente da Angola Telecom disse estar a dialogar com todos os actores que exercem a sua actividade no mar, na perspectiva de evitarem operar na zona por onde passou o cabo de fibra óptica.
Manuel Avelino disse que estão a trabalhar no sentido da inserção do trajecto do cabo de fibra óptica nas cartas marítimas, de modo que as companhias de navegação e outros operadores tenham conhecimento do local exacto por onde passou o cabo, para evitar a sua destruição.
O projecto de instalação do cabo que interliga a província de Cabinda a Cunene, através de vários cabos de amarração existentes nos locais por onde passou o cabo, custou até agora 80 milhões de dólares norte-americanos.
O cabo de fibra óptica, de cor amarela na sua parte exterior e protegida por uma liga de aço, foi instalada a uma profundidade inferior a mil metros.
As roturas causadas pelos operadores marítimos serão reparadas em breve. A exploração comercial do cabo inicia tão logo a empresa responsável pela instalação faça a entrega do projecto ao dono da obra.
Fonte: Angop

Sistemas Autonomos (AS) e os AS dos grandes provedores Angolanos

Um sistema autonomo é definido como uma colecção de redes sobre uma administração comum e que compartilham uma estrategia de roteamento em comum. Tal é o caso de um provedor de serviços Internet ou uma empresa de medio a grande porte no ramo das telecomunicações.

Existem protocolos de roteamento conhecidos como Interior Gateway Protocols (IGP) que permitem realizar roteamento dentro dum unico sistema autonomo. Tais sao os casos dos protocolos RIPv1, RIPv2, EIGRP e OSPF. Para que exista roteamento entre dois sistemas autonomos precisa-se de protocolos comhecidos como EGP ou Exterior  Gateway Protocols tais como o BGP. Tal é o caso de dois provedores como a UNITEL e a MOVICEL necessitando de comunicação entre os seus dispositivos.

Os sistemas autonomos sao  na realidade numeros e estes numeros sao atribuidos por uma entidade reguladora que é a IANA (Internet Assigned Numbers Authority). Este numero sistema autonomo é constituido de 16 bits de modo que sao possiveis 2^16 = 65536 sistemas autonomos possiveis.

Em Angola os grandes provedores como nao podia deixar de ser possuem os seus sistemas autonomos. Uma boa dica acerca dos sistemas autonomos é que através deles é possivel saber os blocos de endereços IP que estas empresas detem:

Angola Telecom: AS11259

ACS: AS36917

Ebonet: AS17400

MVCOMM SAT: AS36896

SNET: AS32717

OBS: Repare na figura e veja como as rotas da SNET (ASN) dependem da Angola Telecom

Angola vai ter este ano sistema anti-fraude nas comunicações

Luanda – Angola Telecom está a implantar um sistema anti-fraude na rede de telecomunicações, com tecnologia de ponta, que deverá entrar em funcionamento, ainda este ano, “para proteger a rede das acções dos defraudadores, combater o fenómeno e desencorajar os prevaricadores.

Em entrevista à Angop, o administrador da Angola Telecom para área Comércial, António Briffel Neto, disse terça-feira, em Luanda, que o sistema anti-fraude custou cerca de um milhão e 700 mil dólares norte-americanos e assegurou tratar-se de um instrumento eficiente que vai permitir ao país controlar a rede nacional de telecomunicações e evitar roubos de elevadas somas de dinheiro por fraudes.

Por outro, disse o administrador, a Telecom defende a existência de uma legislação específica sobre as fraudes em Telecomunicações, que tenha em conta os vários tipos de crime desta índole e a existência de mecanismos de gestão de fraudes que permitam defender os interesses do Estado angolano e das operadoras do sector.

Angola Telecom, em colaboração com a Polícia de Actividades Económicas, tem desenvolvido acções tendentes a detectar e desmantelar grupos de defraudadores nacionais e estrangeiros “oportunistas e organizados”, cuja actividade tem causado danos consideráveis à economia nacional.

Segundo António Briffel Neto, a Telecom, enquanto “operadora incumbente”, já pensa na necessidade de constituir uma associação nacional ( e mesmo regional) da luta anti-fraude, para o controlo e o desmantelamento de zonas ácidas (locais de concentração dos defraudadores), para minimizar os níveis de fraudes (oportunistas, organizado, subscrição).

A empresa está a implementar, desde Julho de 2008, um projecto de expansão e modernização da rede fixa de telecomunicações, avaliado em USD 102 milhões, que abrange as províncias de Malanje, Zaire, Bié, Moxico Kuando Kubango e lundas Norte e Sul, cuja conclusão preve-se para finais de 2010. A implementação deste projecto vai permitir a instalação no país de novas redes de acesso de cobre e sem fio, de 3276 quilómetros de fibra óptica, e de seis mil linhas telefónicas, bem como a instalação de mil e 392 linhas VSAT, 761 de Internet em banda larga (ADSL) e de 13 mil linhas fixas sem fio (CDMA).

Expansão e modernização da rede na região Este de Angola termina em 2010

Luanda – Um projecto de expansão e modernização da rede fixa de telecomunicações, avaliado em USD 102 milhões, que abrange as províncias de Malanje, Zaire, Bié, Moxico Kuando Kubango e lundas Norte e Sul, será concluído em 2010, informou hoje (terça-feira) à Angop o administrador da Angola Telecom, António Briffel Neto.

Numa entrevista exclusiva à Angop, António Briffel Neto disse que o designado “Projecto de expansão e modernização de telecomunicações da região Este” do país, com término antes previsto para Março de 2009, será concluído em 2010, devido a diversos constrangimentos relacionados com a existência de minas nas zonas de implementação.

O gestor apontou também como dificuldades na celeridade da execução das obras, além do factor minas, o atraso no desalfandegamento dos equipamentos provenientes da China e a chuva nas zonas de difícil acesso.

A existência de minas anti-pessoal e as chuvas em determinadas regiões onde vai passar a rede não permitiu o levantamento oportuno das necessidades, fazendo com que o arranque do projecto, inicialmente previsto para Março de 2006, se tenha verificado
apenas em Julho de 2008, provocando o prolongamento do prazo de conclusão para 2010.

Os pontos críticos da implementação do projecto, segundo a fonte, são os corredores Kuito (Bié), Luena (Moxico), Malanje, Saurimo (Lunda Sul).

A implementação deste projecto vai permitir a instalação no país de novas redes de acesso de cobre e sem fio, de 3276 quilómetros  de fibra óptica, e de seis mil linhas telefónicas.

Vai permitir, igualmente, a instalação de mil e 392 linhas VSAT, 761 de Internet em banda larga (ADSL) e de 13 mil linhas fixas sem fio (CDMA).

Até ao final do primeiro trimestre deste ano, de acordo com António Briffel Neto, prevê-se que a província do Zaire, nomeadamente, as regiões do Soyo e Tomboco, tenham já ligados os cabos de fibra óptica , pelo facto dos troços estarem desminados .

O projecto de expansão e modernização da rede de telecomunicações na região Este foi financiado pelo Estado angolano e está a ser implementado pela empresa chinesa ZTE.

Em termos de perspectivas, disse o administrador, a Angola Telecom prevê instalar, nos próximos quatro anos, um milhão de linhas de telefonia fixa sem fio, uma tecnologia que pelas características geográficas de Angola vai proporcionar muitas vantagens aos
cidadãos.

A Angola Telecom, empresa pública, detém o controlo da rede básica nacional de telefonia, desempenha um papel de servidor junto de outras operadoras de telefonia fixa e móvel.

A Telecom atende, actualmente, 250 mil clientes e, de acordo com o director comercial, Eduardo Fraústo, em 2008 a empresa registou 23 mil novos subscritores.

Angola Telecom instala rede na província de Benguela

Angola Telecom está a instalar em toda a extensão da província de Benguela uma nova rede de cabos (cobre e fibra óptica) de telecomunicações, para servir todas as localidades daquela região do litoral angolano, no âmbito do projecto “Oil Credit”, a cargo da empresa chinesa, CMEC.
A operação iniciou com a colocação de condutas nas travessias das principais artérias das cidades (Benguela e Lobito), estando prevista a sua conclusão para o segundo semestre de 2009.
Neste momento, segundo fonte da Angola Telecom, os trabalhos de ampliação e modernização da rede fixa, naquela região, beneficiarão em primeira instância as cidades de Benguela e do Lobito, os principais centros urbanos e populacionais da província.

Paralelamente a esta operação nas localidades acima referidas, a operadora nacional de telecomunicações iniciará a instalação da rede de cabos de raiz, prevista para Janeiro do próximo ano, nas localidades de Balombo, Cubal, Chongoroi, Catengue, Caimbambo, Bocoio, Ganda e Alto Catumbela, estando prevista a sua conclusão para o segundo semestre de 2009.

Os trabalhos de instalação da nova rede de cabos, em Benguela e no Lobito, irão conferir maior qualidade ao desempenho das centrais digitais, devendo esta operação estar concluída na sua totalidade no decorrer do segundo semestre do próximo ano, segundo garantias dos técnicos envolvidos na operação.

As novas centrais instaladas na província de Benguela estão equipadas com tecnologias de ponta, com todos os serviços, principalmente o pré-pago e o serviço de Internet de banda larga (ADSL), que as antigas centrais de marca “Ericsson” não ofereciam, segundo a fonte.

Além da instalação da rede de cabos, a operadora nacional de telecomunicações está também a proceder à instalação de uma nova rede de telefones sem fios, sendo já uma realidade em Benguela, Lobito e Ganda, esta última, em fase experimental.
Com uma capacidade actual de sete mil 680 linhas, na cidade de Benguela (capital da província), Lobito vem a seguir com uma capacidade instalada de seis mil 912 linhas.

Na comuna da Catumbela, a Angola Telecom instalou uma central com capacidade de mil 564 linhas, vindo a seguir o bairro da Bela Vista com a mesma capacidade instalada e a Baía Farta com mil e 24 linhas postas à disposição da população.

Estas capacidades sofrerão alterações com a entrada em funcionamento da nova central (NGN) e as suas unidades remotas de assinantes, de acordo com a demanda actual na província, onde se prevê o equilíbrio dos serviços de voz e dados (ADSL), com a entrada em serviço, em Benguela, Lobito Catumbela, Bela Vista e Baía Farta, prevista para o mês de Fevereiro do próximo ano.

Fonte: JA