O custo no OSPF

O protocolo OSPF (Open Shortest Path First) usa um calculo proprio para determinar o custo (metrica) de uma interface. De lembrar que quanto menor o custo mais confiavel será o caminho e o custo de uma interface é inversamente proporcional a largura de banda da mesma interface.

Custo = Largura de Banda de referencia / Largura de Banda da interface (bps)

Largura de Banda de Referencia = 10^8 (pode ser modificada pelo Cisco IOS)

Largura de Banda da Interface – Dependente da portadora do meio de transmissão. Por exemplo num Link Ethernet (100 mbps = 100×10^6 = 100000000).

Então, o custo sera:

Custo = 100000000 / 100000000 = 1 bps

Por exemplo se quiser ajustar a Largura de Banda de referencia para o equivalente a um link T1:

#ospf auto-cost reference-bandwidth <Largura de Banda>

#ospf auto-cost reference-bandwidth 1544

Se quiser que o OSPF nao use este calculo baseado na Largura de Banda é possivel forçar umvalor de custo

#ip ospf cost <Valor>

TVCabo Angola “em baixa” na final do Afrobasket

A TVCabo Angola que tem como seu Slogan “Angola em alta” andou em completa baixa durante a tarde de sabado a Domingo de tarde com um corte no sinal que impediu certamente muitos Luandenses de assistir a final do Afrobasket (15/08) 2009 entre Angola e a Cote D’Ivoire (em que Angola, claro ganhou). O corte aconteceu por volta das 16:30 de sabado voltando o sinal apenas Domingo quase pela mesma hora em que ‘foi’.

ZON para Angola recomenda-se já

Coitada da minha situação. Pago uma fortuna para um plano residencial de 100 mbp/s e quando vou fazer medições de largura de banda, o throughpout nao chega nem aos 56 kbp/s. Ok, quem está no ramo já sabe que é complicado chegar a largura de banda real, mas daí nao chegar nem a largura de banda duma conexão por discagem é algo de estranho.

Enquanto isso em Portugal…

A ZON anuncia até Setembro Internet com velocidade de incriveis 1 Gbp/s. A Portugal Telecom responde e anuncia Internet com 10 Gbp/s até ao próximo ano.

Seria por isso dum grande alivio se esta ZON viesse a Angola relizar o mesmo.

Gary McKinnon perde recurso contra extradição aos EUA

Um britânico procurado nos Estados Unidos por se infiltrar em computadores da Nasa e do Pentágono, no que está sendo considerada como “a maior invasão a computadores militares de todos os tempos”, teve recusado recurso contra pedido de extradição dele para os Estados Unidos, o que torna mais provável que ele seja julgado por um tribunal norte-americano.

Gary McKinnon, 43, está há três anos envolvido em uma batalha para evitar a extradição e chegou a recorrer à Corte Européia de Direitos Humanos, mas na sexta-feira suas opções pareciam esgotadas, depois que o Supremo Tribunal britânico rejeitou sua apelação.

O tribunal reconheceu os argumentos dos advogados de defesa no sentido de que extraditar McKinnon, que teve recentemente diagnosticada uma forma de autismo, a Síndrome de Asperger, poderia apresentar consequências desastrosas para sua saúde, mas determinou que embora a extradição possa trazer sofrimento, as necessidades de observância da lei são mais importantes que essas preocupações.

“Não tenho dúvida de que ele enfrentará dificuldades com a extradição, bem como julgamento, sentença e detenção nos Estados Unidos”, afirmou o juiz Stanley Burton em sua decisão, aceitando até mesmo a possibilidade de suicídio.

Mas ele decidiu ainda assim que a condição de McKinnon não é grave o suficiente para que as exigências da lei fossem desconsideradas.

fonte: yahoo

Maquinas virtuais com Qemu

Bom, definitivamente estamos na época da virtualização. Existem diversas ferramentas para diferentes sistemas, geralmente funcionam tanto em Linux como em Windows. O VMWare, o VirtualBox sao as opções mais conhecidas. No Windows costumo usar o VirtualBox, no Linux o Qemu. Escolhi o Qemu por ser uma opção que dá maior poder de manejamento a quem cria as maquinas virtuais. Ferramentas como VirtualBox e VMWare encapsulam muita coisa.

A instalação

O Qemu pode ser encontrado aqui. Baixei os pacotes de fonte por serem independentes da plataforma.

Descompacte e instale como em:

$ tar xzfv qemu-0.10.5.tar.gz
$ cd qemu-0.10.5

Lá dentro a shell de configuração:

$ ./configure
$su

Como root:

[root@localhost alunoeng]# make
[root@localhost alunoeng]# make install

Em seguida, baixar e instalar os fontes do modulo do kernel Qemu Accelerator (Kqemu):

[root@localhost alunoeng]# tar xzfv kqemu-1.4.0pre1.tar.gz
[root@localhost alunoeng]# cd kqemu-1.4.0pre1
[root@localhost alunoeng]# ./configure
[root@localhost alunoeng]# make
[root@localhost alunoeng]# make install

Adicionar o modulo KQemu ao Kernel e editar o file rc.local adicionando uma linha identica a abaixo para executar a cada inicio do sistema:

[root@localhost alunoeng]# modprobe kqemu
[root@localhost alunoeng]# vi /etc/rc.d/rc.local

Adicionar em rc.local a linha modprobe kqemu

Uma vez tudo isso, podemos criar a nossa primeira maquina virtual e seu disco:

Antes criar o dir /home/alunoeng/ubuntuimg/

[root@localhost alunoeng]#mkdir /home/alunoeng/ubuntuimg/

Criar o disco ubuntu.qcow com tamanho de 2000M

[root@localhost alunoeng]# qemu-img create -f qcow /home/alunoeng/ubuntuimg/ubuntu.qcow 2000M

Insira um disco .iso na drive de CD ou DVD ( a minha esta localizada em /dev/sr0)

Se necessitar saber o path onde está o seu disco e sabendo o nome de pelo menos um file do seu disco você pode fazer:

[root@localhost /]# cat /etc/mtab | grep -i eag
/dev/sr0 /media/Eagle40Server-2.0 iso9660 ro,nosuid,nodev,uhelper=devkit,uid=500,gid=500,iocharset=utf8,mode=0400,dmode=0500 0 0

Como vimos o path da minha drive de CD é /dev/sr0, logo criemos a maquina virtual e diagamos que ela dá o boot pelo cdrom com 12m mb de memoria RAM usando o arquivo ubuntu.qcow:

[root@localhost alunoeng]# qemu -cdrom /dev/sr0 -boot d -m 128 /home/alunoeng/ubuntuimg/ubuntu.qcow

Uma janela de instalação do sistema deverá aparecer.

qemu

Para dar boot:

[root@localhost alunoeng]#qemu -cdrom /dev/sr0 -boot c -m 128 ubuntu.qcow