A queda livre continua: Yahoo vai encerrar Geocities

A Yahoo é daquelas empresas que nao se entende. Dominou a Web como ninguem e quando chegou a Web 2.0 ficou pelo caminho sem saber como se adaptar, ao contrario da Microsoft que também apanhada de calças na mão pelos ‘jovens turcos’ Google, facebook e myspace lá tem conseguido manter a sua parcela.

Com a Yahoo é diferente. Não consegue manter nem criar uma rede social decente, o seu serviço de blogs, o 360 era muito atrasado ( o editor wysiwyg era sofrivel), bastante conservador até, o seu serviço de videos o jumpcut apareceu quando um senhor chamado Youtube já estava bem consolidado e dominador.

Hoje ela anuncia que vai encerrar o Geocities, é uma pena. Criei meu primeiro site em 2001 neste serviço, era uma maravilha de serviço, mas com o tempo deixou de ter utilidade, ficou parado sem investimentos, podia muito bem se transformar em rede social, nao foi, hoje é um monstro adormecido que traz prejuizos financeiros, por isso seu espaço de armazenamento e capacidade de processamento vai para outras actividades e tudo por culpa de uma empresa que continua a somar derrotas, por confiar demais no seu portfolio de serviços e não em recursos humanos.

Yahoo e Icahn fecham acordo, negócio com Microsoft pode esfriar

O Yahoo vai apontar o investidor Carl Icahn e dois de seus indicados para seu conselho, num acordo que encerra uma batalha pelo comando da empresa e torna menos provável um negócio imediato com a Microsoft .

O acordo, anunciado nesta segunda-feira, surgiu apenas 11 dias antes da assembléia anual dos acionistas, na qual Icahn desejava originalmente substituir todo o conselho por seu indicados e derrubar o presidente-executivo, Jerry Yang.

Mas Icahn não parecia contar com o apoio de proeminentes acionistas do Yahoo, como Bill Miller, administrador do fundo de investimento Legg Mason, que na sexta-feira anunciou apoio ao conselho da companhia. O Legg Mason detém 4,4 por cento do Yahoo, segundo informações prestadas às autoridades regulatórias.

A preocupação deles era a de que, além de uma venda para a Microsoft –que indicou que só está interessada em comprar o serviço de buscas do Yahoo–, Icahn não apresentou planos concretos para reverter a situação da companhia, que vem perdendo participação no mercado de buscas para o Google .

“Pode ser que isso gere alguma mudança positiva. Talvez Icahn consiga promover mais reduções de pessoal e convencer a empresa a vender seus investimentos na Ásia”, disse Jeffrey Lindsay, analista da Sanford C. Bernstein, sobre o acordo.

“No geral, isso parece tornar muito menos provável uma transação com a Microsoft… Temos o que parece ser um compromisso e, em termos gerais, a maioria desses compromissos, e certamente os que envolveram Icahn no passado, reforçaram a situação vigente.”

As ações do Yahoo recuavam 2,8 por cento, para 21,82 dólares, às 12h (horário de Brasília). O preço está bem abaixo da última oferta da Microsoft, no valor de 33 dólares por ação, retirada em maio.

Depois de meses de negociações com a Microsoft, que solaparam a credibilidade de Yang e sua equipe em Wall Street, o acordo com Icahn pode sustentar a posição do Yahoo, pelo futuro próximo.

Fonte:Yahoo

Microsoft e Yahoo retomam negociações–TechCrunch

NOVA YORK (Reuters) – A Microsoft voltou a conversar com o Yahoo acerca de sua aquisição, afirmou o blog de tecnologia TechCrunch nesta terça-feira, citando fontes não identificadas de ambas as empresas.

Tanto a Microsoft quanto o Yahoo preferiram não comentar o assunto.

“A informação que temos é escassa, mas uma fonte está afirmando que a Microsoft está negociando um preço abaixo dos 33 dólares por ação que eles ofereciam quando as negociações se encerraram em maio”, afirma o blog.

As ações do Yahoo subiam 5,73 por cento, para 22,68 dólares no Nasdaq na parte da tarde.

fonte:yahoo

Microsoft lança campanha contra acordo Yahoo-Google

WASHINGTON (Reuters) – A Microsoft lançou uma campanha nesta sexta-feira para inscrever aliados em sua oposição ao novo acordo de colaboração selado entre Google e Yahoo, segundo duas fontes familiares ao assunto.

Um dia depois de as companhias anunciarem um acordo que permite ao Google vender anúncios nos sites do Yahoo, a Microsoft entrou em contato com grupos de advogados que atuam junto à elaboração de políticas em Washington.

De acordo com uma fonte que foi contactada pela Microsoft, a companhia de software disse em um email que o acordo Google-Yahoo poderá “limitar as opções para anunciantes e publicitários” e “destruir alternativas competitivas”.

De forma mais específica, a Microsoft adotou a visão de que o acordo tem relação com uma fixação de preço entre as duas companhias, com o estabelecimento de um preço mínimo para os anúncios em algumas palavras-chave, de acordo com outra fonte familiar ao assunto.

A Microsoft também acredita que o acerto entre elas vai levar ao fim do negócio de buscas do Yahoo, eliminando um competidor do mercado.

A Microsoft preferiu não comentar o acordo entre Google e Yahoo. O porta-voz Jack Evans, no entanto, reiterou nesta sexta-feira que o acordo entre as duas empresas poderá tornar o segmento de publicidade na Internet menos competitivo

Yahoo anuncia acordo comercial com o Google

Os esforços do Yahoo de retomar as negociações com a Microsoft chegaram ao fim, sem sucesso, abrindo espaço para a empresa de internet fechar uma parceria com o concorrente Google. A notícia fez com que os papéis do Yahoo caíssem ontem 10,1% na bolsa eletrônica Nasdaq, no momento em que os investidores abandonaram a esperança de que os esforços da Microsoft para comprar o Yahoo, que se arrastaram por quase cinco meses, teriam um resultado favorável.

O Yahoo e o Google anunciaram um acordo não-exclusivo em publicidade para buscas, que pode gerar até US$ 800 milhões em receitas anuais. A parceria prevê que o Yahoo poderá veicular anúncios fornecidos pelo Google ao lado de seus próprios resultados de busca e em alguns de seus sites nos Estados Unidos e no Canadá. O Yahoo decidirá que anúncios vendidos pelo Google irá mostrar e ao lado de que termos de busca.O acordo tem quatro anos de duração, com opção de renovação por um período de até 10 anos.

A reação dos investidores ao fim das negociações com a Microsoft vem num momento ruim para o Yahoo e seu conselho. A empresa tenta combater um motim de investidores liderado pelo bilionário Carl Icahn, que quer destituir o conselho por causa da maneira como foram conduzidas as negociações com a Microsoft.

O destino do conselho do Yahoo será decidido na reunião anual marcada para 1º de agosto. A empresa de internet tentou convencer a Microsoft a retomar sua oferta de US$ 47,5 bilhões, ou US$ 33 por ação, mas a empresa de software não quis oferecer uma quantia tão alta novamente, segundo comunicados das duas empresas.

O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, retirou uma oferta oral de US$ 33 por ação depois de o presidente do Yahoo, Jerry Yang, ter pedido US$ 37 por ação em um encontro em 3 de maio, no aeroporto de Seattle. Logo depois disso, a Microsoft tentou convencer o Yahoo a vender somente sua operação de buscas. Mas o Yahoo concluiu que seu mecanismo de busca – o segundo mais popular, depois do Google – era muito importante para ser vendido separadamente.

O Yahoo informou que a Microsoft se recusou a comprar toda a empresa em um encontro no domingo. Sem explicar a lógica, a Microsoft informou acreditar que um acordo envolvendo o mecanismo de busca do Yahoo traria mais valor à empresa de internet.

Fonte: Yahoo

Yahoo!: Icahn indica preço mínimo para venda da empresa à Microsoft

O investidor ativista Carl Icahn pediu que o conselho de administração do Yahoo! “pare de dançar em torno do assunto” e ofereça publicamente a venda da companhia à Microsoft por US$ 34,375 a ação. Icahn enviou mais uma carta áspera ao presidente do conselho Yahoo!, Roy Bostock.

Icahn acrescentou que, para a continuidade de qualquer negociação com a Microsoft relacionada às chamadas transações alternativas, seria necessário que o preço da ação do Yahoo chegasse a pelo menos US$ 33, cenário que ele considera improvável. A missiva é a mais recente numa seqüência de cartas que foram trocadas na batalha entre Icahn and Comstock.

Na carta de hoje, Icahn escreveu que seus indicados para o conselho, caso sejam eleitos no próximo mês durante a assembléia de acionistas do Yahoo!, tomarão uma série de medidas, incluindo a fixação de um piso para as negociações com a Microsoft. Se não for bem sucedido, o Yahoo! então buscaria um novo acordo sobre os mecanismos de busca com o Google, desde que isso não “impedisse uma subseqüente compra pela Microsoft”.

O preço de R$ 33 é o que a Microsoft apresentou há um mês, em sua oferta revisada. Nas últimas semanas, as duas empresas têm conversado sobre um possível acordo alternativo que não envolvesse a compra do Yahoo!.

A companhia de internet rejeitou a carta de Icahn, dizendo que ele “não tem um plano confiável para operar o Yahoo!”. Às 13h41, as ações do Yahoo! subiam 0,04%, para US$ 26,37. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Yahoo

Pacto Yahoo-Microsoft pode levar a fusão, dizem analistas

NOVA YORK (Reuters) – Um potencial acordo de parceria entre a Microsoft e o Yahoo revelado no final de semana pode se provar o ponto de partida de uma completa aquisição, afirmaram analistas nesta segunda-feira.

Analistas do UBS disseram em relatório que as discussões de negócios entre as empresas pode ser o prelúdio para uma eventual oferta de compra direta, porque é vital para a Microsoft adquirir o Yahoo em termos amistosos.

“Um acordo de curto prazo pode agir como um passo intermediário que avançaria na direção de experimentar novas águas”, escreveu o UBS.

A corretora colocou que a parceria Yahoo-Microsoft deve se focar em anúncios em buscas e será vista como uma alternativa para um cenário no qual o Yahoo terceirizaria para o Google parte de suas vendas de propagandas em anúncios web.

A Stifel Nicolas argumentou que a Microsoft pode estar procurando comprar a unidade de busca e propagandas em buscas do Yahoo, acabando por deixar o Yahoo independente porém menor, concentrado na exibição de anúncios e negócios em mídia de Internet.

Os analistas de Stifel, George Askew e Scott Devitt, alertaram que o Yahoo precisa chegar a um acordo, seja com o Google ou com a Microsoft, ou então enfrentar uma batalha pela maioria das ações com o investidor Carl Icahn, que procura estabelecer seus próprios candidatos no conselho do Yahoo.

Icahn lançou uma batalha na última quinta-feira com o intuito de substituir o conselho do Yahoo com diretores que reabririam negociações com a Microsoft, com a justificativa de que o Yahoo agiu irracionalmente ao recusar a oferta de 47,5 bilhões de dólares pela empresa.

Essa disputa “pode levar um impactado Yahoo para os braços da Microsoft” por cerca de 31 dólares por ação, afirmou a Stifel.

Fonte: Yahoo