O AngoLinux ainda nao “morreu”

Nunca fui um cetico em relação a adoção do AngoLinux a distribuição Angolana patrocinada pelo CNTI e baseada no Mandriva. A dada altura quando ainda era estagiario do CI/UCAN chegamos mesmo a testa-lo e o Msc Joao Leao chegou mesmo a propor que se estudasse a sua adoção no parque de maquinas do Polo Palanca. Apenas tinha um senão: Falta de suporte a hardware de 64 bits. (nao sei se já suporta) Todas as maquinas da UCAN sao 64 bits e por isso adota-se por lá (mais como uma tradição que já encontrei) o Fedora.

O AngoLinux nao deixa de ser uma distro interessante justo por se basear no Mandriva, distro que confesso nunca ter explorado mas que pelo que se diz é bem estavel.

Na verdade o AngoLinux tem sido instalado em varias instituições do país (consultar link) com maior relevancia para o sector da educação que sofre com os pesados valores das licenças do pessoal da Microsoft, o que significa haver maior margem de manobra no uso desta distro que sim, necessita de ser mais divulgada do que tem sido, porque é uma distro interessante lá isso é.

Mandrake Angolinux, primeiros screenshots

fonte: angolinux