China quer o seu sistema de posicionamento até 2010

Nao confiando no GPS norte-americano, nem muito satisfeito com a letargia do Galileo da UEA (que ainda tem de esperar por mais uns orçamentos vindos de multas aplicadas a empresas como Microsoft) a China parece querer tomar outro rumo a até 2010 aumentar a capacidade de acção do seu sistema de satelites Beidou para além de 4 satelites, bem como prove-lo dum funcional sistema de criptografia
Galileo em órbita
Foi lançado em 27 de Abril de Baikonur, Casaquistão, a bordo de um foguete russo Soyuz, o segundo satélite do sistema de navegação Galileo, o grande projecto da União Europeia para concorrer com o GPS norte-americano.
O GPS é, na sua origem, um sistema militar e continua a sê-lo em larga medida. Em 1983, na sequência do abate de um avião sul-coreano no espaço aéreo soviético, o Presidente Reagan decidiu abrir o GPS ao uso civil. Na prática, coexistem um sistema militar, de alta precisão, e um sistema civil, de menor precisão, que tem tido um “boom” entre nós (quem não conhece o TomTom?). Em 2000 o Presidente Clinton mandou desactivar a “disponibilidade selectiva”, a possibilidade de interferir destrutivamente no sinal GPS público. Mesmo assim, a União Europeia decidiu que era necessário um sistema alternativo só para uso civil, com maior precisão do que a do GPS (o objectivo é um metro). A discussão com os EUA foi dura após os ataques do 11 de Setembro. Mas, em 2004, as duas partes chegaram a acordo, mudando as frequências do Galileo e regulando a actuação em caso de guerra. As tecnologias rivais entraram numa fase de cooperação.
Como funcionam o GPS e como vai funcionar o Galileo? Pelo menos três satélites, com relógios atómicos a bordo, enviam sinais por microondas para terra, que são lidos por receptores GPS. A posição do receptor determina-se a partir das posições dos satélites assim como os instantes de emissão e de recepção dos sinais.
O Galileo, que usará 30 satélites e duas bases de rastreio, é muito caro: em 2007 eram precisos mais 3,4 mil milhões de euros. As empresas privadas tremeram perante esse investimento. E foi só no final desse ano, durante a presidência portuguesa da União Europeia, que se deu um passo decisivo para desbloquear o projecto, alocando ao Galileo fundos comunitários retirados à agricultura e à administração. O sistema europeu (de facto, não é só europeu, pois já se juntaram países como a China, a Índia e a Coreia do Sul) deverá estar operacional em 2013, se tudo correr bem. Oxalá!
Fonte: DeRerumnatura
Japao lança Kizuna(WINDS) satelite que permite links de 1.2 Gbps

Do Japao ja nao se podem esperar grandes surpresas em termos de tecnologia. Porém concernente as tecnologias espaciais algum atraso se tem verificado, devido a problemas com lançamento de foguetes etc. Mas desta vez o Japao lançou com sucesso e ainda bem um satelite situado a 36000 km de altitude que permitirá aos habitantes do seu país (dos quais 90% possuem acesso a Internet) e de partes remotas da Asia, obter links de acesso a Internet muito bons.
Por exemplo com uma antena de 45 cm de diametro instalada em casa pode-se ter downlinks acima 155Mbps e Uplinks acima de 6 Mbps. Com uma antena de 5 metros de diametro pode-se obter downlinks até 1.2 Gbps, serviço este disponivel majoritariamente para empresas.
Pensa-se que este serviço poderá facilitar o uso da medicina remota, na educação em areas remotas e de dificil acesso, e até mesmo para auxiliar as autoridades em regioes de desastre.
Se Africa pudesse pensar nisso.
Veja o video da explosao do satelite espiao americano
Foi reportado pelas principais cadeias de televisao do mundo. Felizmente estamos num novo paradigma (o da web 2.0) onde tudo é possivel. Pela primeira vez foi possivel assistir em directo a explosao dum satelite fora de orbita por um missil nao explosivo.
Estados Unidos destróem satélite espião à deriva
HONOLULU, EUA (AFP) - Um míssil lançado a partir de um navio de guerra norte-americano interceptou com sucesso um velho satélite espião dos Estados Unidos à deriva, para evitar, segundo o governo, que o mesmo caísse na Terra com o tanque cheio de combustível altamente tóxico.
“Aproximadamente às 10h26 de hoje (00h26 desta quinta-feira em Brasília), o ‘USS Lake Erie’, um navio de guerra da classe Aegis, disparou um míssil tático 3 que atingiu o satélite”, informou o Pentágono em um comunicado.
O satélite espião, do tamanho de um ônibus, estava à deriva e seu tanque continha hidrazina, um combustível para os motores dos satélites altamente tóxico.
O governo norte-americano indicou que o míssil foi lançado para derrubar o satélite espião e proteger a população, já que a hidrazina ataca o sistema nervoso central e pode ser mortal em fortes doses.
O governo de George W. Bush advertiu que sem esta iniciativa, o satélite avariado chegaria à atmosfera terrestre no dia 6 de março e cairia em um ponto imprevisível.
Um alto funcionário do Pentágono afirmou que o míssil parecia ter destruído o depósito de combustível que continha a hidrazina.
Mau tempo ameaça tentativa de derrubar satélite que se precipita para a Terra
Washington, 20 fev (EFE).- O mau tempo que impera no Pacífico Norte pode obrigar a interrupção da operação para derrubada do satélite espião com defeito que há várias semanas se precipita em direção à Terra, conforme divulgou o Pentágono.
A operação, prevista para hoje, consiste em disparar em direção ao satélite um míssil lançado a partir de um navio “Lake Erie”, da Marinha americana, antes que ele entre na atmosfera terrestre. A operação tem como objetivo desviá-lo em direção ao oceano.
O Departamento de Defesa indicou que a forte maré ao oeste da ilha do Havaí, onde se encontra a embarcação, é um obstáculo para concluir a operação.
“Não achamos que o tempo vá ser suficientemente bom”, segundo fontes do Pentágono.
No entanto, o Departamento de Defesa indicou que por enquanto não se tomou uma decisão definitiva e se o tempo melhorar ao longo do dia, a missão será levada a diante.
Microsoft lança ‘WorldWide Telescope’

Finalmente a Microsoft lançou um produto que nao é mais um ja dominado pela gigante google. O WorldWide Telescope será um ‘desktop software’ que permitirá aos usuarios visualizarem o universo inacessivel a milhares de kilometros de distancia, permitindo vistas de infravermelhos ou luz nao-visivel.
Satélite espião americano pode cair na Polônia
Varsóvia, 18 fev (EFE) - O Exército da Polônia está desde hoje preparado para agir, se for necessário, perante a possibilidade de que o satélite espião americano que ameaça cair na Terra possa atingir o país, assegurou um porta-voz do Ministério da Defesa.
Foi criado um grupo especial de trabalho que ficará a cargo de coordenar as medidas necessárias e de permanecer em contato com as autoridades militares americanas.
Na sexta-feira passada, o ministro da Defesa polonês, Bogdan Kilch, compareceu perante a imprensa para anunciar que, segundo informação recebida do Pentágono, o satélite poderia atingir a Polônia à altura do paralelo 52, onde se encontra a cidade de Varsóvia, entre outras localidades.
Kilch tentou tranqüilizar a população, depois que a emissora de rádio “RMF” divulgou a notícia, causando preocupação entre os cidadãos.
“Todos podem dormir tranqüilos porque o risco é mínimo”, disse então o titular da Defesa, que confirmou que o Executivo está em constante comunicação com as autoridades americanas para conhecer a evolução da trajetória do satélite e tomar as medidas necessárias.
EUA tentam tranqüilizar mundo sobre destruição de satélite espião

WASHINGTON (AFP) - Os Estados Unidos tentam nesta sexta-feira tranqüilizar o mundo sobre sua intenção de destruir um de seus satélites espiões, negando qualquer ligação com a destruição de um satélite no ano passado pela China.
O porta-voz do departamento de Estado Sean McCormack, informou nesta sexta que o governo americano enviou uma mensagem diplomática “para tranqüilizar os países do mundo inteiro sobre a natureza do que tentamos fazer”.
McCormack desmentiu o rumor de que os Estados Unidos estejam tentando proteger segredos tecnológicos do satélite ou demonstrando sua capacidade de destruir satélites no espaço, como fez a China em janeiro de 2007 quando derrubou um velho satélite meteorológico chinês com um míssil.
Descoberto um sistema planetario semelhante ao nosso?

A 5000 anos-luz de nós, há uma estrela com metade da massa do nosso Sol e com dois planetas parecidos com Júpiter e Saturno, embora não tão grandes, que giram à sua volta. A distância entre as suas órbitas é proporcional às que separam o Sol, Júpiter e Saturno. Uma espécie de sistema solar em ponto pequeno.
Scott Gaudi e Andrew Gould, da Universidade Estadual do Ohio, com colegas profissionais e amadores de 11 países - Nova Zelândia, Israel, Chile, Espanha, EUA, etc. - e uma rede global de telescópios, descobriram estes dois longínquos planetas extra-solares em torno da estrela OGLE-2006-BLG-109L graças ao efeito de “microlente gravitacional”. Mais precisamente, os planetas denunciaram a sua presença quando a referida estrela se intrometeu entre a Terra e uma estrela mais distante.
A luz da estrela distante foi então desviada, distorcida, pela gravidade da outra e dos seus companheiros - e amplificada como se tivesse atravessado uma autêntica lupa cósmica. Durante 15 dias, de finais de Março a inícios de Abril de 2006, o efeito observado foi “particularmente espectacular”, diz um comunicado da Universidade do Ohio: a luz da estrela longínqua foi amplificada 500 vezes.
Quando os investigadores - cujos resultados são hoje publicados na Science - analisaram os dados, descobriram duas distorções, dois “soluços”, que assinalavam a presença de dois planetas. Se a detecção de planetas extra-solares já se tornou comum (há mais de 250), já o facto de se encontrar vários no mesmo sistema é muito mais raro e tem sido feito “com outras técnicas, que não detectam os sistemas solares como o nosso”, diz Gaudi no mesmo documento.
Com esta técnica, “foi a primeira vez que tivemos uma amplificação suficiente para descobrirmos um segundo planeta - e descobrimo-lo. Pode ser pura sorte ou pode significar que sistemas destes são comuns na nossa galáxia”. Sistemas que poderão incluir planetas como a Terra, Vénus ou Marte.
Fonte: Publico