Google pretende mapear os oceanos
Depois da febre do Google Earth, e da novidade Google Sky, a empresa planeja lançar o Google Ocean.
De acordo com notícia do CNET News, foi montada uma divisão de profissionais de oceanografia, e reunido, em dezembro de 2007, um grupo de pesquisadores de instituições de todo mundo no quartel general da Google, o Googleplex, na Califórnia. Entretanto, ao ser questionada a respeito do projeto a companhia declarou “não ter nada a anunciar agora”.

O software desenvolvido permitiria aos usuários navegar pelo fundo do mar e visualizar a topografia existente. Segundo o site Gizmodo, o software também pode incluir, em camadas sobrepostas, dados interativos sobre recifes de corais, destroços de navios e semelhantes, dados que seriam fornecidos pelo National Park Service e pela NASA.
De acordo com Stephen P. Miller, líder do Geological Data Center at the Scripps Institution of Oceanography, “a Google vai, basicamente, providenciar o campo, e então todo mundo irá preenchê-lo. Haverá uma pequena pressão para encorajar as pessoas a colocar suas informações lá”.
Infelizmente, o processo pode ser demorado. Cientistas e pesquisadores acreditam que, hoje, isto poderia levar até 100 anos para ser concluído.
Agência britânica diz que Microsoft fere interesse de estudantes
Uma agência do governo britânico disse à Comissão Européia que o pacote Office da Microsoft não funcionava bem com programas concorrentes em escolas britânicas, ferindo o interesse dos alunos, professores e pais.
Os programas precisam ter os mesmos padrões para trabalharem juntos mas a agência britânica afirmou que a Microsoft oferece apenas seu próprio “padrão aberto (livre)” em vez de uma suporte eficaz para o Open Document Format (ODF) que, segundo a agência, aumenta as escolhas dos estudantes.
Stephen Lucey, diretor-executivo da British Educational Communications and Technology Agency (BECTA), afirmou que o dano vai além de afetar os concorrentes.
“Tais barreiras podem ferir também o interesse da educação e organizações de treinamento, alunos, professores e pais”, apontou Lucey em comunicado.
A Becta se queixou ano passado ao Office of Fair Trading (departamento de comércio justo) britânico e enviou uma cópia da reclamação para a Comissão Européia esta semana.
“Essas são questões que já observamos num contexto de investigação de interoperabilidade que abrimos em janeiro de 2008″, afirmou Jonathan Todd, porta-voz da Comissão.
A Microsoft afirmou em comunicado que está “profundamente comprometida” em fazer seus programas funcionarem bem com outros softwares.
“Criamos as ferramentas de desenvolvimento para promover a interoperabilidade entre o Office 2007 e produtos baseados no formato de arquivo Open Document Format”, afirmou a empresa.
Lucey discorda. Ele afirma que a Microsoft gerou problemas para usuários com menos conhecimento técnico, dificultando o uso do ODF.
O ODF é um formato de arquivo não proprietário cujas especificações completas estão disponíveis para consulta por qualquer usuário e foi originalmente desenvolvido pela Sun Microsystems .
Lucey coloca que o problema com a Microsoft vai além do estabelecimento dos padrões. A Becta também se queixou sobre as condições sob as quais a Microsoft licencia seus programas para escolas.
Na semana passada a Microsoft apelou conta uma multa de 899 milhões de euros imposta pela Comissão Européia por não ter arcado com as exigências, originalmente impostas em 2004, de permitir interoperabilidade com programas de servidores.